21 – José Auro da Cruz

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José Auro da Cruz

José Auro da Cruz

  • 1944: Nascimento em Santos/SP.
  • Morou na Vila São Bento, ao lado do Morro de São Bento.
  • Sua casa era uma das que sempre recebiam a visita de Frei Cosme.

  • Fez o catecismo com ele, foi seu coroinha por vários anos e participou das famosas caravanas que durante as férias escolares passavam inolvidáveis temporadas no Seminário de Frei Galvão. Chegou a comprar enxoval, para ingressar no Seminário, mas desistiu no último momento. Curiosamente acabou estudando, durante algum tempo, na Escola da Aeronáutica, em Guaratinguetá, não muito distante da instituição franciscana.
  • 1964: José Auro entra para a Congregação Mariana do Valongo e também começa a trabalhar nas Docas de Santos.

1964: Grupo de Romeiros do Valongo, em Aparecida, liderados pelo vigário Frei Alfredo. Agachados: O 1.º à direita é José Auro, enquanto o 1.º à esquerda é Flávio (Amigo n.º 4).

1964: Grupo de Romeiros do Valongo, em Aparecida, liderados pelo vigário Frei Alfredo. Agachados: O 1.º à direita é José Auro, enquanto o 1.º à esquerda é Flávio (Amigo n.º 4).

  • José Auro gostava muito de teatro, participando ativamente de alguns grupos amadores em montagens de comédias e eventos variados. Como congregado produziu peças, geralmente de cunho religioso e até uma homenagem, no palco, para Frei Cosme, muito admirado pelos Marianos. Nestas empreitadas, José Auro destaca a ajuda que sempre recebia de seu parceiro Roberto Andrade de Brito (Amigo n.º 22): “Um ótimo roteirista e cronista”. E ao reforçar esta afirmação, José Auro garante que algumas das peças em que a dupla colaborou, chegaram a receber destaque elogioso no jornal “A Tribuna” de Santos.

1966: Homenagem dos Congregados e Filhas de Maria do Valongo, a Frei Cosme, sob a coordenação de José Auro (em pé, de gravata, ao lado do vigário Frei Graciano). Na plateia, de costas, é possível ver a cabeça de Frei Cosme, sobressaindo do capuz da batina, bem ao lado do cordão franciscano de seu superior.

1966: Homenagem dos Congregados e Filhas de Maria do Valongo, a Frei Cosme, sob a coordenação de José Auro (em pé, de gravata, ao lado do vigário Frei Graciano). Na plateia, de costas, é possível ver a cabeça de Frei Cosme, sobressaindo do capuz da batina, bem ao lado do cordão franciscano de seu superior.

  • Para José Auro o que mais impressionava em Frei Cosme era a disposição diária de subir aos morros, acompanhando os paroquianos, dentro da intimidade de suas casas: “Hoje não se vê mais isso”, arremata com tristeza.
  • Atualmente, José Auro continua no tablado, dedicando-se com entusiasmo aos cânticos em latim, no Coral Gregoriano de Santos (http://www.coralgregorianodesantos.blogspot.com/).

2013: José Auro celebrando seu aniversário.

2013: José Auro celebrando seu aniversário.

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