26 – Adelson Cravo Trombino

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Adelson Cravo Trombino

Adelson Cravo Trombino

  • Nasceu em Santos/SP, em 1950.
  • Logo após seu nascimento a família mudou-se do Bairro Santa Maria, indo morar na Rua Marquês de Herval, quase ao lado da Igreja do Valongo.
  • A mãe, Dona Isaura, levou-o a frequentar a igreja, desde os cinco anos de idade. Isto tanto nas cerimônias religiosas, como durante os trabalhos de faxina que fazia nas dependências do Convento franciscano.

  • A partir daí, Adelson passou pelo catecismo e também foi um dos pequenos cruzados, a quem Frei Cosme dedicava muita atenção, na época.

Pouco antes de iniciar seu curto período de coroinha,
Adelson protagonizou um original episódio, na Igreja do Valongo.
Conheça o curioso relato em: “O Fantasma do Confessionário“.

  • Entre os anos de 1959/60, Adelson colaborou como coroinha de Frei Cosme, pelo espaço aproximado de um ano. Era uma espécie de coroinha ocasional e não gostava, por sentir medo, quando o frei o levava para cerimônias fúnebres de corpo presente.
  • O sacerdote e seu ajudante foram bastante próximos. Ainda assim, Adelson nunca chegou a ser convidado para ingressar no seminário. De sua parte, talvez o ponto mais próximo disso, tenha sido quando o frei o levou junto, numa das curtas visitas de acompanhamento, aos seminaristas de Guaratinguetá. Foi um final de semana, apenas. Suficiente para deixar agradáveis recordações no jovem acompanhante, mas não o bastante para que este se animasse, em direção à vida clerical.
  • Aos 14 anos, Adelson começou a trabalhar no Fórum de Santos, (chegou a Diretor) entrando também em paralelo, na Congregação Mariana do Valongo. Permaneceu como congregado até 1968, quando foi morar no Bairro do Campo Grande. Aí, suas idas e vindas aos ambientes do Valongo, começaram a rarear.
  • Em 1973 casou, mudou-se para São Vicente/SP e novos problemas de vida o afastaram ainda mais dos antigos amigos. O distanciamento foi tão acentuado que só ficou sabendo do falecimento de Frei Cosme um bom tempo depois do ocorrido.
  • Ainda assim, até hoje, todos os anos, no dia 13 de junho, vai à Igreja de Santo Antônio do Valongo. E, em suas preces, o querido orientador de sua infância e juventude é relembrado de forma especial.
  • Nesses momentos Adelson aproveita para agradecer, absolutamente seguro de que, sem Frei Cosme, ele não teria conseguido superar os obstáculos que o cercavam naquele pobre bairro operário do Valongo, repleto de circunstâncias tão desfavoráveis, para crianças e jovens em formação.

    E rememora detalhes de ensinamentos práticos recebidos do frei alemão:

Seus coroinhas tinham de ser metódicos, detalhistas, disciplinados…

Também de doutrina religiosa:

… não precisa, nem adianta ir todo dia na missa, sair dela e não olhar para o seu irmão necessitado. Missa, uma vez por semana, mas olhando para o irmão é o suficiente…
Frei Cosme trabalhava com a Bíblia e o bom senso. Ele cobrava o possível do católico.

2014: Adelson e a esposa Cristina, na varanda de sua casa, em Santos.

2014: Adelson e a esposa Cristina, na varanda de sua casa, em Santos.

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