34 – José Simões Ferreira

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José Simões Ferreira

José Simões Ferreira

  • José nasceu em 1939, na localidade de Póvoa da Lousã, perto de Coimbra, Portugal.
  • Em 1958 veio para o Brasil ajudar o irmão mais velho, Abílio, que já trabalhava como açougueiro, no estabelecimento de um parente.
  • O açougue ficava na Rua Visconde de Embaré, na altura da atual Rodoviária de Santos e moravam a poucos metros do local de trabalho.

  • A igreja do Valongo também ficava a um pulo e José, sempre discreto no comportamento geral, passou a frequentar alguns ofícios religiosos, enturmando-se, informalmente, no grupo de Jovens Congregados Marianos. Ainda assim, nunca se filiou à Congregação, apesar das inúmeras participações em cerimônias, passeios e festinhas.

1964: Festa de Congregados e Filhas de Maria. José é o segundo, sentado à direita.

1964: Festa de Congregados e Filhas de Maria.
José é o segundo, sentado à direita.

  • No relacionamento com Frei Cosme ocorreu fenômeno semelhante. Ficaram amigos e sempre que o movimento da freguesia permitia, o frei dava uma paradinha no açougue, para breves conversas com o jovem português. Em algumas oportunidades o franciscano tentou até arrebanhá-lo para o seminário, mas o açougueiro sempre lhe escapulia.
  • Quando José casou com Nair Alvarez Ferreira (Amiga n.º 33), a cerimônia foi conduzida pelo sacerdote, amigo dos noivos.

1971: Frei Cosme, celebrando o casamento de Nair e José.

1971: Frei Cosme, celebrando o casamento de Nair e José.

  • Curiosamente, passadas mais de quatro décadas do inesquecível evento, o que mais despertou lembranças no casal foi uma curta e divertida frase proferida pelo celebrante.

Veja a frase no perfil de Nair:
33 – Nair Alvarez Ferreira

  • Concluindo as recordações com seu linguajar conciso e coloquial, assim José define o frade do Valongo:

Frei Cosme era muito camarada!


 

Boas-Vindas

 

German Aguirre Medeiros (Germano)

German Aguirre Medeiros (Germano)

No final dos anos 1950 e mais da metade da década seguinte, o Zé e seu irmão Abílio moraram na minha casa. Nossos quartos eram contíguos. Eu tinha só uma irmã, que por ter nascido onze anos antes de mim, acabara se transformando, para meu benefício, numa espécie de vice-mãe.

 

Foi nesse ambiente de proximidade familiar que, em pouco tempo, ganhei dois irmãos mais velhos. Deles guardo sentimentos de convívio fraterno e solidário. De ambos recebi ensinamentos e proteção.

 

Zé, obrigado por tudo, fico feliz por seguirmos juntos, agora nesta Congregação, do nosso amigo comum Frei Cosme.


 

Roberto Andrade de Brito

Roberto Andrade de Brito

José, fiquei muito contente ao saber que vai juntar-se aos Amigos de Frei Cosme. Gostaria de te rever pessoalmente, após tantos anos, para relembrar os inúmeros acontecimentos que compartilhamos em nossa juventude, nos bons tempos do Valongo de Frei Cosme.

 

Muito bem-vindo ao nosso novo velho Grupo.


 

Alfredo Fernandes Nunes Filho (Alfredinho)

Alfredo Fernandes Nunes Filho (Alfredinho)

Amigo José, receba um forte abraço junto com minhas boas-vindas ao Grupo.

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